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sábado, 29 de junho de 2013

Conheça a JCI e as suas iniciativas ambientais

O que é a JCI?




JCI (Junior Chamber Internacional, ou Câmara Júnior Internacional) é uma Organização sem fins lucrativos, uma associação mundial de pessoas jovens de 18 a 40 anos de idade, que buscam no aprimoramento individual as bases para o desenvolvimento de suas comunidades.
Um dos princípios básicos da JCI é criar melhores líderes para criar melhores sociedades. A Organização proporciona aos adultos jovens a confiança para superar suas limitações e conseguir melhor performance.
Missão
Proporcionar oportunidades de desenvolvimento que preparem jovens para criar mudanças positivas.

Onde está?

+ 120 países
+ 200 mil jovens
+ 6 mil comunidades
Aqui na capital temos a JCI Florianópolis, onde através do voluntariado se reúnem uma vez por semana para capacitação e planejamento dos seus projetos, atuam em áreas: Individual, Negócios, Internacional e Comunitária.

Exemplos de Projetos:


Área Comunitária – Projeto Trilhas com Sustentabilidade


http://jciflorianopolis.org/trilha-da-praia-saquinho/
Em 1º de Setembro foi realizada a maior edição do Projeto Trilhas com Sustentabilidade. Com a participação do Grupo Trilhas Continente, tiveram a participação de 22 pessoas no evento sendo estas do Grupo TrilhasContinente, membros da JCI Florianópolis e amigos.


A intenção do Projeto é a socialização de amigos com umacaminhada saudável, ainda colaborar com o meio ambiente recolhendo o lixo encontrado, conhecer para poder preservar as belezas naturais.

O resultado no final da trilha, somando um pouquinho de cada um dos 22 participantes resultou em um grande saco de lixo.


O trajeto desta trilha foi mapeado através do GPS. A caminhada iniciou na Praia dos Açores, passando pela Solidão, até a remota Praia do Saquinho e seu costão.




“O que cada um de nós pode fazer para melhorar a comunidade em que vivemos“

Em 2013 a JCI terá o seu maior evento do ano, o Congresso Mundial aqui no Brasil na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 4 e 9 de Novembro, os jovens cidadãos ativos da JCI se unirão com os líderes de empresas, governos e sociedade civil para enfrentar os desafios críticos de nosso tempo, discutindo como os esforços coordenados desses três setores podem liderar o caminho para a mudança global sustentável através do quadro dos Objetivos do Milênio das Nações Unidas.


A JCI irá liderar a iniciativa, reunindo seus principais parceiros – as Nações Unidas, o Pacto Global da ONU, a Fundação das Nações Unidas e a Câmara de Comércio Internacional (ICC) – para conduzir a conversa e redefinir, aprimorar e promover a colaboração entre esses atores globais importantes.

Para conhecer mais sobre o evento assista os dois vídeos do youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=WkR6r2lux7k
http://www.youtube.com/watch?v=CbTvrFSTecw
Acompanhe noticias do eventohttps://www.facebook.com/jciwc2013

Acompanhe maiores informações da JCI Florianópolis:
Site: http://jciflorianopolis.org/
Facebookhttps://www.facebook.com/JCIFlorianopolis?fref=ts

Escrito por: Bruno Duarte, Eduardo Garcia, Júlia Ranzi Werle, Lívia Menon e Isadora Stoffel.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

OBA! Organização Bem-Animal

 
 
 
 

Quem é a OBA!?

 

A OBA – Organização do bem animal, é uma ONG que visa o bem estar dos animais abandonados na cidade de Florianópolis. Ela não recolhe animais, nem possui abrigos próprios, porém seus voluntários atuam em vários pontos da cidade, principalmente no centro de zoonoses, para onde os animais abandonados e mal tratados recolhidos pela secretaria de bem estar animal são levados.
 

A ONG atua em várias frentes, promovendo campanhas de adoção de cães e gatos, campanhas de vacinação, castração, dentre outras. Porém sua grande diferença está em seus dois projetos principais, a Cão Terapia, e o Mutirão da fome.
 

A Cão terapia é um projeto que visa dar atenção e carinho aos anjinhos de quatro patas. Todos os sábados voluntários vão até o centro de zoonoses da capital e levam os bichinhos para passear. O projeto surgiu da necessidade de exercitar, distrair e socializar os animais retirados de maus-tratos pela Diretoria do Bem-Estar Animal e, principalmente, prepará-los para adoção. 
O contato com as pessoas é essencial para diminuir o trauma dos animais, pois menos estressados e mais confiantes, terão chance de serem acolhidos por uma boa família. Além de fazer muito bem para os animais, também é uma espécie de terapia para aqueles apaixonados por cães e gatos.

 
 
O Mutirão da Fome reune semanalmente voluntários do projeto para irem até as áreas mais carentes da cidade procurando alimentar, tratar e socorrer animais famintos e doentes, além de encaminhá-los para castração.  No entanto, o objetivo maior desta ação solidária é educar e conscientizar as pessoas sobre a causa dos animais abandonados e as responsabilidades de assumir a guarda de um animal.

 

COMO AJUDAR A OBA?


Você pode ajudar a OBA sendo um voluntário, ou fazendo doações de alimentos, remédios, vacinas, e qualquer quantia em dinheiro para ajudar a custear as castrações e atendimentos veterinários. Afinal, todos os recursos da organização são provenientes de doações.
Ajude você também!

 

Para saber mais clique aqui

 


 
Escrito por: Júlia Ranzi Werle, Lívia Menon, Isadora Stofel, Eduardo Garcia e Bruno Duarde 
 
 
 
 


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Terceiro Setor: Projeto Tamar



Em 1980 surge o Projeto Tamar – ICMBio por iniciativa do antigo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal IBDF, atual Ibama – Instituto Brasileiro de Meio Ambiente.

A título de curiosidade, a palavra Tamar originou-se das palavras tartaruga marinha. Mas isso não foi apenas por aparência, a abreviação foi indispensável devido ao espaço restrito nas identificações utilizadas em cada tartaruga marcada para possíveis estudos. Com isso o nome Tamar designa-se ao Programa Brasileiro de Conservação das Tartarugas Marinhas, executado então pelo Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisa das Tartarugas Marinhas-Centro Tamar, com vínculo à Diretoria de Biodiversidade do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade-ICMBio, órgão do Ministério do Meio Ambiente. 
O projeto é coadministrado pela Fundação Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisa das Tartarugas Marinhas-Fundação Pró-Tamar, que é uma ONG, com inicío em 1988 e considerada de Utilidade Pública Federal em  1996. Esta ONG auxilia não só na conservação das espécies como também nas áreas técnica, científica e administrativa. A ONG busca também apoio financeiro de organizações privadas e agências financiadoras, além de dar suporte para a gestão do programa de auto-sustentação.

O motivo do início do projeto estava no fato de a conservação marinha ser precária, não haver registros de trabalho de tal ato, mas as tartarugas já estavam em processo de extinção. A ideia surgiu então de estudantes na Universidade Federal de Rio Grande na faculdade de Oceanografia a partir de expedições a lugares até então não explorados ou muito pouco explorados e a partir de pesquisas relacionadas ao assunto apoiados pelo Museu de Oceanografia do Rio Grande. Em uma certa expedição, os estudantes assistiram a cena da morte de 11 tartarugas e revoltados iniciaram os trabalhos para preservação das espécies.


A principal causa do projeto está no cuidado e pesquisa das cinco espécies de tartarugas marinhas presentes no Brasil, no qual estão ameaçadas de extinção. A abrangência do Tamar chega a 1.100 quilômetros de praias representando 23 bases mantidas em áreas de alimentação, desova, crescimento e descanso desses animais, no litoral e ilhas oceânicas, atingindo nove estados brasileiros.

O Tamar conta com patrocínio nacional da Petrobras, apoios e patrocínios regionais de governos estaduais e prefeituras, empresas e instituições nacionais e internacionais, além de organizações não-governamentais. Mas é fundamental, sobretudo, o papel das comunidades onde mantém suas bases e da sociedade civil em geral, que participa e ajuda o Projeto, individual ou coletivamente.

O Projeto possui reconhecimento internacional por servir de modelo para outros países na questão de preservação marinha. Seu diferencial está no envolvimento das comunidades costeiras diretamente no trabalho socioambiental do Tamar.

Em Florianópolis o Projeto localiza-se na Barra da Lagoa e recebe visitantes e estudantes o ano todo, além de datas específicas de pesquisas e programas.

A base para a elaboração dessa postagem foi o site do Projeto Tamar e onde podem ser encontradas maiores informações e programas: www.tamar.org.br
Caso você tenha interesse em ajudar a ONG aqui em Florianópolis pode entrar em contato pelo número pelo telefone (48) 3236 2015.


Autores: ONG's Ambientalistas - Isadora Stoffel, Lívia Menon, Bruno Duarte, Júlia Ranzi, Eduardo Garcia

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Terceiro Setor: ONG R3 Animal

Conforme a última postagem sobre o Terceiro Setor, foi perceptível o crescimento e destaque que e o mesmo está surtindo nos últimos anos, mas ainda existe muito trabalho a se fazer e várias lacunas da sociedade que podem ser oportunas para o seu desenvolvimento.

No o intuito de conhecer melhor o Terceiro Setor em Florianópolis, fomos até a ONG R3animal, localizada na Barra da Lagoa e fundada e 2000, que realiza o trabalho de Resgatar, Reabilitar e Reintroduzir animais silvestres ao seu habitat. A ONG inclusive já foi notícia de uma matéria para o Jornal do Almoço da RBS Santa Catarina, confira a reportagem clicando aqui.


Na R3 tivemos a oportunidade de conversar com Thiago Rubens Vieira Ebel, voluntário ativo e que gentilmente nos concedeu uma entrevista. Confira abaixo na íntegra:

1. A R3 conta atualmente com quantos voluntários?
Cerca de 25 voluntários ativos e um cadastro com mais de 100 pessoas, caso exista a necessidade de mais ajuda em um momento específico.

2. Quem foi a pessoa ou grupo responsável pela fundação da ONG?
A ONG surgiu de uma iniciativa de alguns policiais ambientais, que perceberam o interesse de civis em auxiliar o trabalho de cuidado de animais silvestres.

3. Fale um pouco sobre a causa defendida pela ONG:
A ONG atua no resgate, recuperação e reintrodução na natureza de animais silvestres. A ONG atua especificamente auxiliando a Polícia Ambiental no cuidado dos animais doentes, debilitados, abandonados encontrados e/ou denunciados pela população e animais apreendidos oriundos do tráfico ilegal ou porte ilegal de animais silvestres.

4. Em que região vocês atuam?
A R3 trabalha em conjunto com a Polícia Ambiental no Centro de Triagem de Animais Silvestres de Santa Catarina (CETAS – SC) localizada no Rio Vermelho em Florianópolis. Este é o lugar onde as apreensões do estado todo são direcionadas.
5. Quais são os principais obstáculos encontrados ao longo da existência da ONG?Penso que os principais obstáculos são a falta de interesse político (a ONG está em uma área militar e trabalha em conjunto com os policiais), a falta de verba (compra de rações específicas, vitaminas, remédios, materiais veterinários em geral, etc) e a falta de voluntários ativos constantes.

6. Vocês recebem incentivos e/ou investimento e/ou patrocínio e/ou ajuda de alguma empresa privada?
Existem algumas ajudas como a 3D Studio que fez um vídeo profissional de divulgação da ONG, mas em relação à ajuda financeira expressiva não.

7. Quais são os meios de divulgação? Vocês possuem websites, telefones e e-mails para contatos ou outros meios de comunicação?
A ONG dispõe de website, www.r3animal.org.br , com contato e ‘Como Ajudar’. Também estamos nas redes sociais como Facebook e Twitter.

8. Como é possível participar da ONG (como membro) ? Vocês possuem processo seletivo? Vocês tem vagas para estagiários?
Por estar em uma área militar e lidar com animais doentes, para ser voluntário é necessário passar por um treinamento que, em geral, é realizado uma vez por semestre. Este treinamento é divulgado pelo website; também se pode fazer o cadastro em um mailing de espera deste treinamento pelo site, dessa forma a pessoa será avisada via e-mail sobre a data do próximo treinamento. Como pré-requisito para o voluntário solicita-se a disponibilidade de pelo menos uma manhã por semana. Neste momento está começando a possibilidade de realizar-se estágio pela R3, com já uma estagiária da ONG mesmo e mais duas estagiárias de laboratórios da UFSC que também são voluntárias na ONG e o trabalho envolve conscientização ambiental. Mas por enquanto não há nenhuma outra vaga.

9. Como é possível ajudar a ONG?
É possível ajudar da ONG de várias formas: sendo voluntário, divulgando o trabalho da R3, comprando os produtos da ONG (camisas, bolsas, bonés, etc) e doações (seja de qualquer natureza: financeira, alimentos, medicamentos, etc).

10. Vocês apresentam algum processo ou atividade de atuação diferenciada das demais ONGs ambientalistas de Santa Catarina?
A ONG faz parte de algumas parcerias de pesquisa científica e atua em conjunto com o Projeto Baleia Franca no desencalhe de baleias no litoral de Santa Catarina.

11. Gostaria de acrescentar mais alguma coisa?
Gostaria de colocar minha experiencial pessoal com a R3 Animal. Apesar de atuar em uma área, a princípio, longe da atuação da ONG (sou estudante e estagiário de Engenharia Mecânica) sempre fui um grande admirador e apaixonado pela natureza. Trabalhar como voluntário na ONG a mais de um ano e meio adiciona-me muito em termos pessoais; o sentimento de estar sinceramente ‘fazendo algo’ é impagável. A cada soltura de animais na natureza e recuperação de algum animal debilitado é um estímulo tanto pessoal como a continuar contribuindo pela ONG.


Se você se identificou com a ONG, voluntarie-se ou divulgue a mesma, toda ajuda é sempre bem vinda.

Autores: Grupo - Mapeamento de ONGs em Santa Catarina- Lívia Menon, Isadora Stoffel, Bruno Duarte, Julia Ranzi e Eduardo Garcia

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Como cresce o terceiro setor?


É visto que, ao longo dos anos no Brasil e no mundo, cresce o número de diversas instituições sem fins lucrativos dispostas a defender um bem comum e o interesse por o trabalho voluntário. 

O Brasil, historicamente, não apresenta uma posição de destaque mundial no assunto, porém, o crescimento de instituições do terceiro setor em território brasileiro é notável e precisa ser reconhecido. 

Dados retirados de uma pesquisa feita em 1999, pelo Instituto Johns Hopkins juntamente com o Instituto Superior de Ensinos Religiosos (ISER), intitulada “As organizações sem fins lucrativos no Brasil, ocupações, despesas e recursos” consegue demonstrar o panorama mundial sobre o assunto em uma faixa temporal de dez anos e, assim, destacar o desinteresse histórico do Brasil, comparado ao mundo, sobre o assunto.

-> Pessoal Ocupado: (ano 1999)
-> Holanda, Irlanda e Bélgica possuíam mais de 10% do total de sua população ocupada em atividades do terceiro setor (12,5%; 11,5% e 10,5% respectivamente)
-> O Brasil situa-se abaixo da média dos países considerados na pesquisa em questão. ( 4,8%).


Veja os gráficos abaixo e confira a participação de pessoas no terceiro setor e a média brasileira, latino-americana e de 22 países das fontes de recursos, segundo a pesquisa apresentada:
   No que diz respeito ao voluntariado, o conceito de trabalho voluntariado está cada vez mais alcançando um papel de destaque na vida das pessoas e, a ideia de que “as ONGs são instituições desnecessárias por muitas vezes executarem um papel do governo”, está sendo extinta.  Há diversos fatores que podem vir a influenciar o crescimento pelo interesse no tema no Brasil. Pode-se destacar, nos dias atuais, o marketing social, incidentes ambientais divulgados em mídia, aumento da renda e da educação da população, entre outros fatores que influenciam o pensamento da sociedade e, assim, o interesse pelo terceiro setor. A preocupação com o bem estar socioambiental nas instituições de ensino também mostra-se como sendo fundamental para o tema. É visto, em diversas instituições de ensino, ações que promovem o bem estar ambiental e social da comunidade e, assim, incentivam seus alunos a estarem  preocupados com o bem comum e dispostos a colaborar com causas distintas sem a espera de um retorno financeiro.

   
   Como exemplo de instituição preocupada com o bem estar social, destaca-se o Colégio Sarapiquá, localizado em Florianópolis- SC. Diante de um ambiente cercado por matas nativas, cachoeira, horta permacultural e funcionários preocupados com o meio ambiente, estudantes são colocados em contato com campanhas de reciclagem, aulas de educação ambiental e diversos outros momentos que influenciam positivamente em sua preocupação socioambiental. 



   Como exemplo de uma dessas ações que permitem o contato dos estudantes com a preocupação ambiental, dá-se o Projeto Ecoescola. Tal projeto compõe a criação e manutenção do espaço permacultural como salas ao ar livre que propõe e aprofundamento do que é considerado postura ambiental. Algumas ações, voltadas à sustentabilidade no cotidiano escolar são praticadas nessas salas como a captação da água da chuva, revitalização do espaço da horta, construção de um forno a lenha, instalação de uma composteira, galinheiro, viveiro de mudas e uma espiral de ervas.



   Você não estudou em uma escola como essa, não está inscrito em um trabalho voluntário, mas quer ajudar essa corrente ambiental? Entre em contato com uma instituição perto de você ou espere pelas próximas postagens...Pretendemos publicar informações e entrevistas sobre as ONGs em Santa Catarina que irão esclarecer suas dúvidas e ajudar em sua escolha!

Fontes:
www.sarapiqua.com.br

Autores: Grupo- Mapeamento de ONGs em Santa Catarina- Lívia Menon, Isadora Stoffel, Bruno Duarte, Julia Ranzi e Eduardo Garcia