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quarta-feira, 10 de julho de 2013

ENERGIA SOLAR

Assim como a eólica e a do mar, a energia solar se caracteriza como inesgotável, e é considerada uma alternativa energética muito promissora para enfrentar os desafios a expansão da oferta de energia com menor impacto ambiental.
As aplicações práticas de energia solar podem ser divididas em dois grupos: energia solar fotovoltaica, processo de aproveitamento de energia solar para conversão direta em energia elétrica, utilizando os painéis fotovoltaicos e a energia térmica relacionada basicamente aos sistemas de aquecimento de água.
As vantagens da energia solar, ficam evidentes, quando os custos ambientais de extração geração , transmissão, distribuição e uso final de fontes fósseis de energia são comparadas à geração por fontes renováveis, como elas são classificadas.

Energia Solar Térmica
Pode ser implantada com sucesso em qualquer latitude. Mesmo regiões que apresentam poucos índices de radiação podem possuir grande potencial de aproveitamento energético.
Fica evidente a importância que a energia solar térmica poderia ter no sistema elétrico brasileiro, principalmente quando sabemos que somente com o aquecimento domestico de água para banho, são gastos bilhões de kWh de energia elétrica, que poderiam ser supridos com aquecedores solares, com vantagens socioeconômicas e ambientais. Mais grave ainda é o fato de que quase toda essa energia costuma ser consumida em horas especificas do dia, o que gera uma sobrecarga no sistema elétrico.

Energia Fotovoltaica
A conversão fotovoltaica teve inicio na década de 90, com os avanços adicionais da tecnologia e a significativa redução nos seus custos. Teve sua aplicações ampliadas e inseriu-se crescentemente no mercado mundial.
A radiação solar pode ser diretamente convertida em energia elétrica, por meio de efeitos de radiação (calor e luz) sobre determinados materiais, particularmente os semicondutores.
Um sistema fotovoltaico não precisa do brilho do sol para operar. Ele também gera eletricidade em dias nublados, entretanto, a quantidade de energia gerada depende da densidade das nuvens Devido à reflexão da luz do sol, dias com poucas nuvens podem resultar em maior produção de energia do que dias completamente claros.


Sugestões:






Postagem individual



quarta-feira, 19 de junho de 2013

Política Energética: O caso Dinamarquês



A capital dinamarquesa é a cidade mais popular da Europa entre os ciclistas. São 350 km de ciclovias em uma cidade limpa e sem ladeiras, o que faz com que 37% das pessoas em Copenhague vão de bicicleta para o trabalho, escola ou universidade. E eles têm preferência nos cruzamentos e nos semáforos.

Até 2015, as autoridades de Copenhague esperam que 50% da população se locomova de bicicleta.

Para conseguir isso, já há uma ponte que é fechada para carros e planos para ampliar as ciclovias existentes. Também está sendo estudada a criação de um pedágio urbano para desencorajar os motoristas de carros.

A campanha conta com o apoio do príncipe da Dinamarca, que também anda de bicicleta. "É bom para o clima, mas também para manter a forma e evitar a obesidade, um outro grave problema dos dias de hoje", diz o príncipe Frederik.

Pegando "carona" nessa ideia um hotel anunciou que passará a oferecer uma refeição grátis a hóspedes que produzirem eletricidade por meio de uma bicicleta ligada a um gerador.

O Crowne Plaza de Copenhague está instalando duas destas bicicletas e diz que o objetivo é, ao mesmo tempo em que promove a forma física dos hóspedes, reduzir suas “pegadas de carbono” (quantidade de dióxido de carbono que produzem como resultado direto ou indireto de uma atividade).

Hóspedes vão precisar produzir pelo menos 10 watts/hora de eletricidade, o equivalente a 15 minutos de pedalada de uma pessoa medianamente em forma para ter direito à refeição.

A administração afirma que isso será o suficiente para acender apenas poucas lâmpadas, mas a ideia principal é incentivar o debate sobre o consumo de energia.

O hotel já produz energia renovável com 2500 m² de painéis solares.

A Dinamarca possui uma das capitais do mundo mais adaptadas ao ciclismo e investe bastante em energias renováveis, incluindo fazendas eólicas, que geram um quinto da eletricidade que o país consome.

A Dinamarca anunciou que, até o final desta década, produzirá um terço de sua energia a partir de fontes renováveis - poder eólico, principalmente, mas também solar e queima de "biomassa".

De forma ainda mais ambiciosa, o governo dinamarquês tem como meta alimentar o país inteiro com energia renovável até 2050, abandonando as fontes fósseis.

O que faz desse anúncio algo ainda mais surpreendente é o fato de ele ter recebido o apoio de todo o espectro político do país.

Lykke Friis, por exemplo, e a líder do oposicionista Partido Liberal, de centro-direita e orientação pró-negócios. Para ela, a decisão de erradicar o uso de energia fóssil é uma questão de planejamento financeiro.

Segundo Friis, "Independentemente do que façamos, teremos um aumento no preço da energia, simplesmente porque as pessoas na Índia e na China querem ter seus próprios carros", justifica. "É por isso que temos a clara ambição de criar independência em relação aos combustíveis fósseis - para não estarmos vulneráveis a grandes flutuações no preço da energia."


Fonte: BBC

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Energia Eólica: Parque de Osório

Os Parques Eólicos de Osório, localizados no município gaúcho de mesmo nome, formam o maior complexo gerador de energia a partir do vento da América Latina. Com 150 megawatts de energia instalada, um dos destaques do empreendimento é produzir energia limpa e renovável, sem emissões de dióxido de carbono (CO2), um dos gases responsáveis pelo efeito estufa.

"A transformação do vento em energia ocorre por meio das turbinas eólicas, também conhecidas como aerogeradores ou cataventos. As turbinas eólicas de Osório são dotadas de um sistema que orienta o rotor na direção do vento. As pás, que medem 35 metros, regulam automaticamente sua inclinação para otimizar a incidência do vento."( FONTE:  Ministério de Minas e Energia). Foram desenvolvidas com mesma tecnologia da indústria aeronáutica.

O projeto é integrado por três parques, que reúnem 75 aerogeradores de 2 megawatts cada um, instalados em torres de concreto, a 100 metros de altura.
A energia gerada anualmente equivale ao consumo residencial de 650 mil pessoas, mais do que a metade da população de uma cidade como Porto Alegre. No caso do Rio Grande do Sul, a energia eólica tem um papel estratégico, pois a época dos ventos coincide com o período de seca no Estado.

O projeto foi o primeiro a receber o licenciamento ambiental pelos órgãos estaduais e foi pioneiro no desenvolvimento de métodos de avaliação do impacto ambiental.

Osório foi o primeiro parque eólico do País a receber recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e também o primeiro a fazer parte do Sistema Interligado Nacional (SIN)

O Brasil tem ainda um imenso potencial eólico ainda não aproveitado. Hoje possui cerca de 300 megawatts instalados, mas pode chegar a 143.000 megawatts, de acordo com o Atlas do Potencial Eólico Brasileiro.


Sugestão: Entenda como funciona a energia eólica.
http://www.youtube.com/watch?v=gDnTyA4BmwM


Equipe de Clima e Energias Renováveis.


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Desligamento de Usinas Térmicas

  
   O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico decidiu na quarta-feira (8/5) desligar quatro usinas termelétricas movidas a óleo diesel que estavam acionadas desde outubro do ano passado para garantir o suprimento energético do país. A partir do próximo sábado (11), serão desligadas as usinas Pau Ferro (94 megawatts – MW) e Termomanaus (143 MW), em Pernambuco; Xavante (54 MW), em Goiás; e Potiguar I (43 MW), no Rio Grande do Norte. Essas usinas produzem energia com custo maior.
“Daqui por diante, vamos avaliando a necessidade de manter as que estão em funcionamento ligadas ou se podemos, aos poucos, desmobilizando algumas. O sistema tem absoluta segurança, não há nenhum risco, esses desligamentos que estamos procedendo é a demonstração de que nós podemos fazer isso”, explicou o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. (Fonte: Agência Brasil)
O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, Explicou que tais usinas são as com maior custo. "Segundo ele, o custo de operação das quatro termelétricas chega a R$ 260 milhões por mês, e o desligamento dessas usinas vai representar uma redução de encargos entre R$ 80 e R$ 100 milhões mensais." (Fonte: Agência Brasil)
A decisão de desligar as térmicas foi tomada porque os reservatórios do país atingiram níveis satisfatórios, possibilitando tal ato. Segundo dados de hoje do ONS, os reservatórios das hidrelétricas do Subsistema Sudeste/Centro-Oeste, onde se localizam 70% dos reservatórios de água do país, estão com 62,69% de sua capacidade máxima. No Sul, o nível chegou a 57,14%, no Nordeste a 49,58% e no Norte a 96,44%.
(Fonte: Agência Brasil)
Devido aos baixos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas registrado nos últimos meses, o governo acabou por acionar em "outubro cerca de 14 mil megawatts de usinas termelétricas movidas a gás natural, óleo diesel, carvão ou biomassa, que produzem energia mais cara e são mais poluentes".Segundo o ministro Lobão, o governo irá avaliar nas próximas reuniões a possibilidade do desligamento de mais usinas termelétricas a diesel, acompanhando o volume de chuvas de cada região.
Além da diminuição nos custos, muito citada,, é importante salientar a redução da poluição lançada por essas usinas, uma vez que são termelétricas a diesel (no caso das desativadas). Com os níveis de chuvas favoráveis, é possível que mais usinas sejam desligadas melhorando a qualidade de vida das regiões onde se encontram.

Fontes:  - Agência Brasil;
              - brasil.gov.br.



By Equipe "Clima e Energias Renováveis"


domingo, 19 de maio de 2013

Oferta mundial de energia por fonte

Vivemos em um planeta segregado em cinco continentes, no entanto, sob uma perspectiva ecológica essa divisão pouco importa, afinal estamos interligados e formamos um único organismo. Não se faz necessário um resgate profundo da teoria de sistemas proposta pelo biólogo Ludwig Von Bertalanffy em 1937, para compreender que os impactos ambientais são extensivo a todo planeta e não apenas aos limites territoriais.
Em junho de 1972 na Suécia, entre os dias 5 e 16, foi realizada a primeira discussão global sobre como organizar as relações Homem - Meio Ambiente, denominada Conferência de Estocolmo. As discussões contaram com a presença de 113 países e mais 400 instituições governamentais e não governamentais. De lá pra cá, inúmeras conferências foram realizadas e firmaram-se acordos como por exemplo o Protocolo de Kyoto, cujas prerrogativas não se cumpriram como: reduzir os gases causadores do efeito estufa (GEE´s) e promover o uso de fontes energéticas renováveis.
Quanto aos GEE´s percebe-se cotidianamente que eles estão cada vez mais presentes no dia-a-dia das pessoas, há um aumento perceptível da poluição e das temperaturas no planeta. Mas com relação a promoção das fontes renováveis de energia, que cabe ressaltar produzem impactos ao meio ambiente mas nada significativo quando comparado as fontes fósseis, o que tem sido feito?
 


De acordo com os gráficos apresentados, há um decréscimo na oferta de energias renováveis entre 1973 e 2009.  Ressalta-se que o montante de energia dobrou neste período.
Diante disso, cabe refletir se há mesmo o interesse dos governantes em conter o aquecimento global e os demais prejuízos provocados ao meio ambiente? Como foi exposto desde 1972 que o mundo fala a mesma língua, ou pelo menos, finge que fala, mas o fato é que o problema é conhecido por todos há décadas, isso não se pode negar, contudo a resposta que vêem sendo dada é totalmente contraria ao objetivo de todas conferências realizadas nesse período.