Mostrando postagens com marcador Água. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Água. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de julho de 2013

O mito da falta de água no mundo


O mundo pode viver com aquecimento global, porém ninguém pode viver sem água. 
É crescente a atenção da mídia para esse assunto, a possibilidade de falta de água no mundo pode acarretar até a guerras para o controle da mesma.

         Todos os seres vivos conhecidos precisam de água para viver, no corpo humano a água é a majoritária de sua constituinte(70 %a 75%) sendo a água essencial para o bem funcionamento das funções corporais.
           Importante para o funcionamento fisiológico do corpo humano a água essencial para o cultivo de alimentos, para a manutenção da vida na terra e também da grande dependência da indústria na utilização dela, fora o fato de grande parte da produção elétrica do Brasil depender dela. Você sabia que para se “fabricar” um hambúrguer são gastos mais de 2300 litros de água? Confira abaixo mais alguns exemplos:
     
• Cerveja: 170 litros;
• Chocolate: 1.720 litros;
• Papel: 13 litros;
• Jeans: 9.982 litros;
• Pizza: 1.216 litros;
• Par de sapatos: 8.547 litros;
• Queijo: 152 litros;
• Hambúrguer: 2.393 litros.

 Imagine: 1720 litros para se fazer um chocolate? Pense no quanto de água se gasta para se beneficiar o cacau, em sua plantação fora o que é gasto no maquinário, assim como o pasto que alimenta as vacas que fabricam o leite. Gostou? Então visite o site imagineallthewater.eu/EN e confira mais números.

        E a demanda aumenta!

       
Alguns dados importantes sobre a água:

-  a demanda de água triplicou apenas nos últimos 50 anos, enquanto os níveis de água caem em muitos dos países mais populosos.
Muitos dos maiores rios do mundo perderam muito seu volume e alguns secaram completamente.
Os lagos do planeta estão desaparecendo em taxas alarmantes: o Mar de Aral, por exemplo, está com menos de um quarto do seu tamanho original.
   
      Essas notícias são assustadoras, mais devemos entender que a maioria dos problemas vão muito além do que as manchetes sensacionalistas nos dizem. NÃO HÁ FALTA DE ÁGUA!

      Entenda processo da escassez qualitativa: O problema não é o desaparecimento da água, mais sim o aumenta da demanda em reservas ameaçadas. O ciclo da água é um sistema fechado, como você estudava no colégio a água não foge do planeta terra, ela passa pelo ciclo da água( evaporação, condensação, precipitação, e infiltração) de fato há mais água em forma liquida hoje em dia do que há seculos atrás, devido ao derretimento das calotas polares.
     
    
 O verdadeiro problema!

    Há regiões do globo apresentam perfis hídricos muito distintos, os quais coexistem com diferentes situações demográficas, culturais, sociais, econômicas, comportamentais e de demanda  hídricos e ambientais mais ou menos impactantes. O maior problema é que quando os governos tem capacidades diferentes para distribuir e gerenciar a qualidade e a quantidade de água para distribuir para sua população.
     A escassez local está sim piorando isso é um fato grandes rios secando, reservas se esvaziando, porém o grande problema é a disponibilidade local e o transporte: Mover água doce aonde ela existe em abundância, para locais aonde há sua falta. A água é um bem caro para se transporta e quem tiver dinheiro sempre poderá ter água. Deve-se lutar para uma forma mais justa de distribuição da mesma.
Sim há muita água e ela não vai fugir, ela apenas se move de um local para o outro, se você deixar tua torneira aberta a água voltará ao sistema, o que se perde é dinheiro e energia que são gasto para distribuir e purificar a água.  
       A conservação dos recursos hídricos é importante, mas não haverá falta de água, ela é o recurso mais renovável que existe. O maior problema da água é mantê-la própria para consumo e distribuir para aqueles que precisam.

Equipe: Água

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Barragem do Rio São Bento

O que são barragens:
As barragens são estruturas artificiais construídas no leito de um rio ou canal para acumular água para diversas funções. Em geral, as Barragens são utilizadas para: 

- A produção de energia elétrica
A energia hidroelétrica é uma das energias renováveis de maior importância no mundo. Em muitos países a força da água dos rios é aproveitada por meio de barragens.
Usina Hidroelétrica de Itá - SC
- A contenção de cheias e a prevenção de enchentes.
Para controlar a água de grandes chuvas existem algumas barragens destinadas a proteger os territórios a jusante delas.

Barragem de Taió - reservatório de 83 milhões de m³ de água

- O abastecimento de água nas zonas residenciais, agrícolas, industriais.

Barragem do Rio São Bento

Visita Técnica à Barragem do Rio São Bento
A Barragem do Rio São Bento é o principal reservatório de água da região Sul de Santa Catarina. 
É situada na cidade de Siderópolis, sendo um grande atrativo para quem visita Nova Veneza. 
O estudante, Vitor Botega, visitou essa bela Barragem para coletar algumas informações interessantes.
Vista de Frente da Barragem do Rio São Bento


A inauguração oficial da Barragem foi em 2006. Hoje ela já atende mais de 300 mil habitantes, porém no futuro, a previsão é de beneficiar acima de 700 mil habitantes. 


Ela é considerada uma das maiores obras do atual Governo de Santa Catarina, com 58 milhões de metros cúbicos de água e uma área inundada de 450 hectares. 
É importante observar que antes da sua construção, ali morava uma comunidade. A construção de algo desse gênero tem suas implicações negativas como o deslocamento de pessoas, porém os benefícios são grande de mais - há mais de 700 mil pessoas que necessita dessa água, além de beneficiar a agricultura do local e prevenir enchentes.
Com isso, a torre da Capela de São Pedro foi mantida como memória do local onde a comunidade de mesmo nome se desenvolveu e construiu sua história até ser inundada pelo reservatório. Toda a comunidade foi transferida para um local próximo da Barragem. As famílias que ocupavam as áreas inundadas foram indenizadas, para que a barragem pudesse ser concluída.
Vista de Lado da Barragem do Rio São Bento
Atualmente, os municípios beneficiados da Barragem de São Bento são Criciúma, Forquilhinha, Maracajá, Içara, Nova Veneza, 
  Siderópolis e Morro da Fumaça.
Felizmente, de acordo com o gerente regional Sul-Serra da CASAN, Alessandro Rabelo, o abastecimento de água tratada nessas cidades, ainda está longe de ser comprometido, “Nosso plano garante água para consumo humano por muito tempo ainda”, explica.



Fontes: 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Economizando Agua



Sempre ouvimos a discussão sobre a água e seu uso consciente. À medida que os racionamentos foram se tornando mais urgentes e constantes, a população foi tomando conhecimento que a água é um recurso finito e não tão abundante quanto possa parecer; por isso deve ser economizada. Mesmo o Brasil, que é um dos países com maior quantidade de reservas de água doce do planeta, já está sentindo os efeitos do uso incorreto desse bem tão precioso. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), no século 20 o uso da água cresceu duas vezes mais que a população. Não é por acaso que cada vez mais pessoas e organizações estão se unindo em defesa de seu uso racional.

A idéia de que sobra água no mundo se deve ao fato de que ela ocupa 70% da superfície terrestre. Essa água tem um ciclo natural, que começa com sua evaporação, formando as nuvens que depois vão retornar para a terra através das chuvas. Porém, de toda água existente no planeta, 97,5% estão nos oceanos, dois terços do restante se encontram em forma de gelo, nas calotas polares e no topo de montanhas, ficando apenas 1% disponível para nosso consumo, sendo que a maior parte esta em leitos subterrâneos, atmosfera, plantas e animais. Atualmente usamos para nosso consumo as águas de nascentes, lagos, rios e extrações de leitos subterrâneos.

O tamanho do problema.

Com a poluição cada vez maior do ar, da terra, das nascentes, dos lagos, dos rios e dos oceanos, essas águas estão ficando contaminadas, exigindo uma enorme preocupação para sua preservação, pois sem água natural a vida como conhecemos não tem como existir.

Quando pensamos no Brasil, onde supostamente existe uma fartura hídrica, começamos a entender o tamanho do problema quando verificamos que nem todas as pessoas são não atendidas devidamente pela rede de distribuição, devido à precária infra-estrutura existente. Portanto, a questão muitas vezes não se resume à existência de água, mas às condições de acesso a um bem que deveria ser universal. 


Somados esses dois problemas, poluição e falta de infra-estrutura, segundo a ONU, chegamos a um resultado extremamente preocupante: 40% da população mundial não conta com abastecimento de qualidade. Cinco milhões de crianças morrem por ano de doenças relacionadas à escassez ou contaminação da água. E a falta de consciência ainda é o pior vilão: 2 milhões de toneladas de detritos são despejadas em lagos, rios e mares no mundo todo dia, incluindo lixo químico e industrial, dejetos humanos e resíduos de agrotóxicos. 


O que podemos fazer?

Nós, como consumidores, podemos contribuir para reverter esses dados. Economizando estaremos evitando que mais águas sejam retiradas da natureza para nosso consumo. Elaboramos uma lista de tarefas simples para economizar a água potável:
 
  • Fechar a torneira enquanto escovar os dentes, fazer a barba, ensaboar a louça, etc.;
  • Não usar mangueira para lavar pisos, calçadas, automóveis, etc.
  • Utilizar descargas com sistema de caixa acopladas ao vaso sanitário com limitador(es) de volume(s) por descarga;
  • Reduzir o tempo no banho;
  • Acumular roupa para utilizar a máquina de lavar na sua capacidade máxima.
  • Se tiver que lavar mais de uma leva de roupas, e se a máquina permitir, antes da máquina jogar fora a água do enxágue, dê uma pausa, tire a roupa limpa, coloque a segunda leva de roupas sujas e reinicie o trabalho da máquina. Depois quando a máquina for centrifugar, dê uma pausa e junte as roupas da primeira leva para centrifugar tudo junto. Assim você economiza um tanque de água;
  • Reutilizar a água utilizada da máquina de lavar roupas para lavar o chão do quintal;
  • Reduzir a vazão de água do seu chuveiro (Um chuveiro normal gasta em média 3,5 litros por minuto);


 
Aproveitando a água da chuva
Outra forma de economizar água é fazer o aproveitamento da água da chuva. Você mesmo pode construir e instalar um sistema de captação da água da chuva utilizando uma Minicisterna conforme a figura. Essa tecnologia foi criada e desenvolvida com base na norma ABNT NBR 15.527:2007.
                                        

 
As principais metas e objetivos com relação a esse sistema são:

  • Incentivar a população a fazer o aproveitamento correto da água de chuva;
  • Fazer com que toda casa urbana tenha pelo menos um sistema simples de Aproveitamento da Água de Chuva;
  • Minimizar o escoamento do alto volume de água nas redes pluviais durante as chuvas fortes;
  • Usar a água para irrigações nos jardins e lavagens de pisos externos. Assim, essa água vai infiltrar na terra e ir para o lençol freático, preservando o seu ciclo natural;
  • Usar a água para lavagens de pisos, carros, máquinas e nas descargas no vaso sanitário.

Por fim, também precisamos estar cientes que não basta economizarmos água "limpa"; muito mais importante é tratarmos a água que sujamos (com Estações de Tratamento de Esgoto) e devolvê-la limpa para a natureza, perpetuando o ciclo natural da água. Esse é um compromisso que toda empresa distribuidora de água deve ter perante a natureza, e nós como cidadãos devemos cobrar. Só assim estaremos colaborando com a preservação de um bem essencial para a manutenção da vida na Terra. Mas isto é assunto para um outro post.

Fonte: Revista Viva Saúde – Fevereiro 2013.

Equipe: Christiano Lopes, Diego Ossido, Fernando Pacheco, Sérgio Pagnoncelli, Vitor Botega.



quinta-feira, 23 de maio de 2013

O uso da água para produção de energia



A Comunidade de Energia do World Economic Forum produziu o relatório Energia da Sede – Água e Energia no Século 21. O relatório analisa os riscos e as oportunidades inerentes à antiga relação entre energia e água, que é cada vez mais urgente com a crescente concorrência para acessar os recursos limitados de água doce. Produzido em parceria com a Cambridge Energy Research Associates (CERA), o relatório traz as perspectivas de vários especialistas e tomadores de decisão sobre o tema.

A água é fundamental para a produção de energia, mas o vínculo água-energia é frequentemente ignorado. Embora a água cubra quase 2/3 da superfície da Terra, apenas 3% está disponível para a utilização humana. A agricultura é o principal consumidor de água doce, representando 70% da retirada do elemento hídrico no mundo. Em segundo lugar a indústria tem papel fundamental no uso da água, incluindo a produção de energia para o desenvolvimento econômico. Hoje, o setor energético consome cerca de 8% de toda água doce do planeta e até 40% do recurso em países em desenvolvimento.

A distinção entre o volume de água retirado e o volume consumido é muito importante no debate que trata a maneira como vários setores da economia utilizam a água. “Água retirada” é o volume total extraído de uma fonte de água; a maior parte desse volume é devolvida para a fonte, especialmente água para refrigeração em estações de energia elétrica. “Água consumida” é o volume que não volta para a fonte. Os volumes de água retirada são importantes em termos de riscos porque a produção de energia depende da disponibilidade de água para a continuidade das operações.

O relatório conclui que a crescente demanda deve se transformar na necessidade de utilizá-la de uma maneira muito mais eficiente na cadeia de valor energético. Embora as preocupações com o recurso sejam globais – especialmente por causa das mudanças climáticas – as soluções são locais, até porque o transporte de água por longas distâncias não é viável.

Apesar do fato de as tecnologias energéticas consumirem diferentes quantidades de água, nenhuma é inerentemente boa ou má para a água; tudo depende do contexto local. Mesmo assim, a questão da água deve ter um impacto nas escolhas energéticas do futuro. As empresas do setor de energia devem ser convocadas cada vez mais a estabelecer parcerias na gestão dos recursos hídricos do mundo.
Fonte: Água Online

O vídeo abaixo demonstra a influência nas águas dos rios, provocada pela
obtenção de energia hidroelétrica, e o consequente impacto ambiental.


Equipe: Christiano Lopes, Diego Ossido, Fernando Pacheco, Sérgio Pagnoncelli e Vitor Botega. 

terça-feira, 7 de maio de 2013

Poluição da Lagoa da Conceição

A Lagoa da Conceição, em Florianópolis, foi palco de um protesto feito por seus moradores e organizações locais. Eles reivindicavam que fossem tomadas atitudes contra a poluição do local, que, segundo eles, é alvo de despejo de esgotos não tratados.
 


Quem for na lagoa da conceição hoje para tomar um banho ou curtir as água do local, pode deparar-se com cor e odor desagradáveis. Um dos principais pontos turísticos de Florianópolis não está sendo bem cuidado pela Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), segundo os próprios moradores do local. A Casan se defendeu dizendo que o esgoto nas proximidades é tratado e recebe o destino correto, porém é indiscutível que as águas da lagoa não são tão limpas quanto se espera delas. Para fazer esses protesto, os moradores utilizaram vasos sanitários representando o esgoto que está sendo jogado naquele ecossistema. O fato tomou grandes proporções sendo apresentado em grandes meios de comunicação como o site de notícias da rede Globo (fonte de referência). Assim, chamando a atenção para esse pedaço da nossa cidade que deve receber mais cuidados, tanto dos que vivem próximos quanto dos turistas. Essa é apenas uma das formas de mostrar que tipo de atitudes podem ser tomadas para chamar a atenção dos responsáveis pelo nosso patrimônio ecológico. Se mais pessoas juntarem-se para reivindicar seus direitos, será mais provável que o governo tome alguma providência para melhorar esse cenário.
Link da matéria base para este texto AQUI .Informação sobre os locais próprios para banho em Santa Catarina AQUI.
Grupo: Christiano Lopes, Diego Ossido, Fernando Pacheco, Sérgio Henrique, Vitor Botega.